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Antes de decidir

Se você sair, o que é seu vai com você

Nenhuma resposta boa a essa pergunta cabe em “confie na gente”. Então: o que a lei garante, como se pede na prática, e o que a gente ainda não tem.

O que é seu continua sendo seu

Os textos que você escreveu, as fotos que você subiu, a sua lista de clientes e o histórico de atendimento são seus dados. O FREEL é o lugar onde eles ficam guardados e funcionando — não o dono deles.

O que a lei garante, e nós cumprimos

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) dá a você, como titular:

Está escrito na nossa página de LGPD e na Política de Privacidade — não é promessa de vendedor, é documento publicado.

Como se pede, hoje

  1. Você escreve pelo Contato ou pelo WhatsApp, se identificando e dizendo o que quer: cópia dos dados, correção ou exclusão.
  2. A gente responde no prazo legal, com os dados em arquivo estruturado quando o pedido for de portabilidade.
  3. Se o pedido for de exclusão, os dados saem — e o que a lei obriga a guardar (nota fiscal, registro de pagamento) fica só pelo prazo obrigatório.
Sendo honesto com você: hoje isso é feito por pedido, não por botão. Não existe ainda um "baixar tudo" dentro do painel. Preferimos dizer isso agora do que você descobrir depois de assinar — e quem pede, recebe.

E o site, o que acontece?

Enquanto a sua conta estiver ativa, o seu site fica no ar no endereço freel.com.br/seu-nome. Se você encerrar, o endereço para de responder — ele é a sua vitrine dentro do FREEL, não um site solto que continua vivo sozinho. Os textos e as fotos, esses você leva.

É por isso que a assinatura não tem fidelidade nem multa: quem fica, fica porque está valendo a pena.

Ficou de pé alguma dúvida?

Pergunta não compromete nada e a resposta vem de gente, não de robô. E se você preferir conferir sozinho antes de falar com alguém, as portas estão aqui: